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sábado, 11 de janeiro de 2014

Manifestações populares ditaram prioridades no Congresso em 2013



Melhoria dos serviços públicos – como nas áreas de educação, saúde e segurança –, o fim da corrupção e a rejeição a preconceitos contra minorias foram algumas das pautas defendidas nos protestos de rua ocorridos este ano que também mobilizaram manifestantes no gramado em frente ao Congresso.

Surpreendidos com a dimensão dos protestos pelo país, deputados e senadores viram a necessidade de trabalhar em sintonia com a população. O Senado reagiu com uma pauta de prioridades e aprovou propostas que vão desde medidas de contenção de gastos na Casa que, segundo o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), vão economizar R$ 300 milhões no orçamento do Senado até 2014, a projetos que contemplam a chamada agenda das ruas.

Na lista estão matérias que combatem a corrupção, como a que transforma essa prática em crime hediondo; e acabam com privilégios corporativos, como a que trata da exigência de ficha limpa para servidores públicos. Outro destaque é a decisão de tornar abertas as votações em processos de cassação de mandatos de parlamentares condenados pela Justiça e nas análises de vetos presidenciais.

O Senado também votou propostas sobre a destinação dos royalties do petróleo para educação e saúde, a regulamentação do Ato Médico, a redução da conta de luz, o Programa Mais Médicos, a lei que obriga planos de saúde a ampliar a cobertura para vários tratamentos, inclusive de mulheres com câncer, além do Estatuto da Juventude, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Música e das leis de Direitos Autorais e da meia-entrada.

“Naquilo que dependeu do trabalho do Senado, o Brasil melhorou em 2013”, disse Renan Calheiros.

Vinte e oito matérias aprovadas pelo Senado aguardam apreciação dos deputados, entre elas, muitas relativas à pauta das ruas, como o Plano Nacional de Educação (PNE). O presidente da Casa, Henrique Alves (PMDB-RN), atribui a demora dessas votações às urgências constitucionais que trancaram a pauta da Casa.

“A pauta da Câmara ficou trancada por quatro meses no segundo semestre, com projetos carimbados com urgência constitucional vindos do Executivo. A partir desse carimbo, qualquer outro projeto só pode ser votado depois daquele ter sido aprovado ou votado pelo plenário”, justificou.

Ao fazer o balanço das atividades no ano, Henrique Alves destacou a aprovação da nova legislação para os portos, já transformada na Lei 12.815/13. Para ele, as mudanças vão garantir competitividade e ampliação da infraestrutura portuária, além de atrair capital privado para impulsionar os portos brasileiros. A discussão da proposta foi polêmica e responsável por uma das sessões mais longas da história da Câmara – entre debates e votações foram 25 horas.

Alves também ressaltou a aprovação da PEC 565/06, que torna obrigatória a execução das emendas parlamentares ao Orçamento da União. Como foi modificado no Senado, o chamado orçamento impositivo, ainda precisa passar por mais uma votação na Câmara. Mesmo assim Alves lembrou que o mecanismo já valerá em 2014, pois foi incluído na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Segundo o presidente da Câmara, pleitos de pequenas cidades que, muitas vezes, não chegam à mesa dos ministros, como obras de construção de uma ponte, de uma praça ou de pequenas unidades de saúde, passarão a ser contempladas.

Vendas de PCs caem e têm pior índice da história


A consultoria Gartner estima que as vendas mundiais de PCs nos últimos três meses de 2013 caíram 7% em comparação ao mesmo período de 2012


Mulher usando computador: as vendas de desktops e notebooks nunca tiveram uma queda tão acentuada

As vendas anuais de computadores sofreram uma das maiores quedas de sua história e atingiu níveis vistos somente em 2009.
E nem mesmo o natal ajudou a melhorar os níveis de vendas de computadores pessoais.
A consultoria Gartner estima que as vendas mundiais de PCs nos últimos três meses de 2013 caíram 7% em comparação ao mesmo período de 2012.
A marca representa o sétimo trimestre consecutivo de queda nas vendas de PCs. No total as vendas de PCs em 2013 tiveram uma queda de 10%.
As vendas de desktops e notebooks nunca tiveram uma queda tão acentuada. Os números mostram que as vendas anuais de PCs chegaram a níveis vistos em 2009, logo após a recessão financeira global.
A queda nas vendas é justificada pelo popular crescimento de dispositivos móveis mais baratos e convenientes para o uso cotidiano. Segundo os dados, não há qualquer sinalização ou previsão de estabilização para o mercado de PCs.

Trabalhadores. Atores da história e sua força transformadora



editorial
Registros históricos de Assis Horta: o mundo do trabalho e sua identidade com o país

O país convive nos últimos 20 anos com particularidades políticas, econômicas e sociais que parecem próximas de se esgotar. No campo político, as cinco disputas presidenciais desde 1994 tiveram como protagonistas PT e PSDB. Com o Plano Real, os tucanos elegeram duas vezes Fernando Henrique Cardoso. Em sua primeira gestão, a média anual de inflação foi 9,7% e o PIB cresceu, em média 2,4% ao ano. Nos quatro anos seguintes, 8,8% de inflação e 2,1% de PIB. A moeda era “estável”, mas um quinto da população não tinha emprego – e entre os que tinham a maioria era de informais.
No primeiro mandato de Lula, a inflação anual esteve pouco acima de 6% e o crescimento do PIB, superior a 3,5%. No segundo, 5,1% de inflação e PIB a 4,6%. Daí vieram os detalhes sociais, com o desemprego descendo aos níveis mais baixos da história, rendimento em alta e programas sociais que impulsionaram a passagem de milhões de brasileiros para acima da linha de pobreza. Tais detalhes fizeram de Lula o presidente com maior taxa de aprovação da história, a ponto de virar, com Dilma, para 3x2 o placar dos confrontos presidenciais.
A presidenta mantém relativo êxito – o que a faz favorita na disputa eleitoral, que pela primeira vez em 20 anos não tem, ainda, um tucano garantido na final. Os três primeiros anos de Dilma devem ter inflação média na casa dos 6% e PIB perto de 2% ao ano. O emprego formal ainda cresce e os índices de desemprego seguem baixos. Nesse aspecto, os trabalhadores têm sido protagonistas econômicos e sociais ao não abrir mão de seu direito de lutar por melhores salários e condições de trabalho e, com isso, firmar alicerces para que o pais se lance a nova fase de crescimento.
Eles têm também protagonismo nesta primeira edição do ano. Numa reportagem, destaca-se a importância dos acordos salariais. Noutra, o antropológico papel da fotografia do pioneiro Assis Horta e seu retratos de operários tirados nos anos 1940, após o surgimento da CLT. E um perfil do ferroviário Raphael Martinelli que, quase aos 90 anos, acredita na força de sua classe como instrumento de transformação. A Revista do Brasil também também acredita. E são mais uma vez, aliás, os trabalhadores os protagonistas desta ferramenta de comunicação. Continuemos juntos em 2014.

Família gaúcha tem história dedicada ao cinema


Pai, filho e netos atuam no meio cinematográfico

Ivo, seu filho Antonio Czamanski juntos nas filmagens de ´Senhores da Guerra`<br /><b>Crédito: </b> Felipe Prigol Aires / Divulgação / CP
Ivo, seu filho Antonio Czamanski juntos nas filmagens de ´Senhores da Guerra`
Crédito: Felipe Prigol Aires / Divulgação / CP
Uma família gaúcha tem uma história de dedicação ao cinema há várias gerações. O início desta história remete aos anos 40, quando o jornalista de Passo Fundo e cinegrafista Daniel Czamanski começou a atuar como operador de câmera, cenógrafo e depois exerceu as funções de diretor de fotografia e produtor de centenas de filmes, além de documentários para televisão, já nos anos 60.

Entre os longas estão "Coração de Luto", de Teixeirinha. Um dos pioneiros do cinema gaúcho, Daniel participou também da cobertura de fatos políticos importantes, como o movimento da Legalidade. Seu filho, Ivo Czamanski, seguiu os passos do pai, tendo trabalhado ao seu lado em diversas produções. Tornou-se diretor de fotografia, tendo atuado em 19 longas-metragens e mais de 300 documentários. Entre os muito prêmios que recebeu, esteve a homenagem especial do Festival de Cinema de Gramado - e uma placa eternizada no Palácio dos Festivais - ao completar 50 anos de cinema. Foi também diretor do Instituto Estadual de Cinema, vinculado à Secretaria Estadual da Cultura, no governo passado. "Dediquei minha vida inteira à sétima arte", diz.

Nos últimos anos, vem trabalhando em parceria com o roteirista e diretor de cinema Tabajara Ruas, como no longa "Netto e o Domador de Cavalos". Seu mais novo filme é "Senhores da Guerra", que deve ser lançado neste ano e no qual Czamanski e Ruas novamente trabalharam juntos. A terceira geração, representada por Antonio Czamanski, também se divide entre o jornalismo e a atuação. Além de outros filmes de que participou, interpreta o líder maragato Leonel Rocha em "Senhores da Guerra", baseado no livro de José Antonio Severo. E um filho de Antonio, Daniel, recebeu o nome do patriarca e já participou de um curta-metragem.

'AN' lança série de reportagens que conta a história de glórias do Joinville


"A 13ª Estrela" serve de inspiração para o time conquistar mais um Campeonato Catarinense'AN' lança série de reportagens que conta a história de glórias do Joinville Arquivo histórico/Rubens Martins Junior

Último título tricolor foi no ano de 2001 Foto: Arquivo histórico / Rubens Martins Junior
Lucas Balduino
lucas.balduino@an.com.br
A história do Joinville é o maior motivo do orgulho do torcedor tricolor. O passado de glórias é razão para o jequeano estufar o peito e gritar a plenos pulmões o nome do time para o qual torce.

E quem fez parte dessa história é símbolo de inspiração – força que deve ser o combustível para o JEC escrever mais um capítulo vitorioso no Campeonato Catarinense de 2014.

“A Notícia” quer ajudar a mobilizar o time e a torcida para que o Tricolor chegue a este objetivo, e torce para que o clube borde a 13ª estrela de um título do Estadual em seu escudo.

Por isso, “AN” inicia nesta edição a série de reportagens A 13ª Estrela, que vai visitar o passado para contar histórias dos ídolos que fizeram do Joinville Esporte Clube aquilo o que ele é hoje.

São tantas histórias bonitas para serem contadas que é até difícil, para não dizer injusto, um jornalista as escolher. Por isso, quem vai contar para o torcedor como foi o passado do Joinville são os próprios personagens de cada uma das conquistas.

De 1976 até 2001, foram 12 títulos. Então, os responsáveis por narrar os momentos inesquecíveis serão 12 heróis das batalhas campais que aconteciam nos gramados dos estádios de Santa Catarina, defendendo o preto, o branco e o vermelho do Norte do Estado,

Em 1976, ano do primeiro título catarinense, foram muitos os heróis dentro das quatro linhas. E o escolhido para contar a primeira história foi Chico Samara, porto-alegrense que desembarcou em Joinville aos 18 anos e foi reprovado em um teste no América.

Dois anos depois, o clube o buscou no Palmeiras (de Blumenau) para brilhar no Estádio Olímpico e entrar na história.

No ar: a história do rádio



“Alô, Alô, ouvintes: uma história do rádio em Bauru” é muito mais que um importante documento de pesquisa sobre o rádio e seu desenvolvimento em Bauru. Apontada como inédita pelo autor, João Francisco Tidei Lima, a obra – que será lançada na próxima terça-feira, dia 14, às 19h, na Jalovi – é um convite para aprender história e entender as principais mudanças numa época “fervorosa” no País, que atravessou as décadas de 40, 50, 60 e início dos anos 70.
Um dos enfoques da publicação é sobre a relação e as consequências para a rádio no período em que o Brasil viveu os chamados “anos de chumbo” da ditadura militar. Se engana quem pensa que os veículos de comunicação do Interior não sofreram a mesma censura dos das capitais.
Em Bauru, as três emissoras relatadas no livro – PRG-8, Auri-Verde e Terra Branca – ao mesmo tempo em que buscavam se adequar à nova realidade da revolução nas comunicações, também ficaram expostas, de uma forma ou de outra, aos efeitos da nova conjuntura política conturbada pelos fatos que culminaram no Golpe Militar de 1964.
Paixão
Apesar de professor e historiador, João Francisco assumiu cargo de gerência na Rádio Auri-Verde; e também chegou a atuar como comentarista. “A rádio era uma espécie de um bico. Dividia a atividade com as aulas de história”, contou. Apaixonado por rádio desde a infância, ele quis fazer o livro pelo gosto que sempre teve por este veículo. “O livro tem também característica autobiográfica. Meu pai gostava muito de ouvir rádio, ligava e ouvia o dia todo”, afirma.
Sobre a importância da obra, o autor ressalta que o livro fornece uma síntese da história que vai desde a fundação do rádio em Bauru até o início dos anos 70. Assim, o leitor pode ter acesso a um importante panorama econômico, político e também das mudanças sociais e como elas afetaram os meios de comunicação desde a década de 30. “Faço referência também não só às rádios, mas a outros veículos da cidade”, sublinha o escritor.
Além de textos valiosos para estudantes de comunicação e demais interessados em história da cidade e do rádio, a publicação é recheada de imagens que mostram personalidades importantes da época, além dos primórdios e percurso deste importante veículo de comunicação em Bauru.
Sobre um eventual fim do rádio com a chegada das novas tecnologias da informação e comunicação, o autor diz que o veículo continuará a desempenhar seu papel. “Ele vai continuar sobrevivendo pelas suas especificidades - a perenidade, a sua originalidade. O rádio é portátil, podemos levá-lo para qualquer lugar. Ele tem especificidades que nenhum outro meio de comunicação tem”, atesta.

Lembranças
Uma das riquezas do livro é que ele traz, com detalhes, situações da época da ditadura enfrentada pelos veículos de comunicação. Quando criou-se nas redações dos jornais, das emissoras de rádio e de televisão a figura do censor. João Francisco traz à tona lembrança importante vivida naquele momento:
“Quando se instalou a ditadura militar, um dos membros da família Simonetti – o Sica, era plantonista/âncora da rádio PRG-8. E ele, junto ao Tobias Ferreira e o chefe do setor técnico foram chamados ao quartel. E o comandante da PM disse precisamente o seguinte: “Olha, os senhores estão proibidos de noticiar qualquer ação repressiva e também devem terminar todos os noticiários com a seguinte palavra de ordem: Reina a mais absoluta calma em todo o País ”, recorda.

O autor
Historiador e professor universitário aposentado junto à Unesp (campus de Assis e de Bauru), e com passagens pela Universidade Sagrado Coração (USC) e pós-graduação pela Universidade de São Paulo (USP), João Francisco Tidei de Lima possui especialização no Institut Européen des Hautes Études Internationales, Universidade de Nice, França. É ainda responsável pela organização do arquivo ferroviário depositário de toda a documentação escrita, impressa e fotográfica da antiga Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, disponibilizado para o público desde 1995 ao lado da Estação Ferroviária da praça Machado de Melo, em Bauru.
 
  • Serviço
O lançamento da obra será na Livraria Jalovi do Altos da Cidade, que fica na rua Antonio Alves, 22-75.

Brasil e EUA, a história da Saab


Brasil recusa Boeing foi a manchete do New York Times após a muitas vezes adiada decisão brasileira de gastar quase US$ 5 bilhões na compra de jatos de combate da fabricante sueca Saab, em vez da rival americana Boeing. Representantes do governo brasileiro insistiram em que critérios financeiros e técnicos determinaram a escolha, rejeitando a ideia de que se tenha tratado de uma reprimenda ou um revide por causa das atividades de espionagem dos EUA, que já tinham levado a presidente Dilma Rousseff a cancelar uma visita de Estado a Washington, atitude quase sem precedentes. Por que o Brasil optou pelos caças suecos é uma questão complexa que revela muito sobre as atuais relações Brasil-EUA. Mas ainda mais vital é a preocupação com os efeitos que essa decisão terá no futuro dessas relações.
Os laços entre americanos e brasileiros foram abalados nos anos recentes por uma série de desacordos em questões regionais e globais. O estrago foi particularmente grave no caso do impasse acerca das negociações entre Brasil e Irã em 2010 sobre enriquecimento de urânio. Em 2013 a relação enfraquecida chegou ao ponto mais baixo no intervalo de uma geração, ou mais, por causa da revelação das dimensões da espionagem americana no Brasil, que invadiu até as comunicações da presidente Dilma com seus principais assessores e os arquivos particulares da Petrobrás, estatal brasileira do setor de petróleo. Em resposta, a presidente não só cancelou a viagem de Estado, como iniciou uma campanha internacional contra as operações de inteligência dos EUA.
A revelação das atividades de espionagem dos EUA e a subsequente resposta de ambos os governos reforçaram a antiga desconfiança entre os dois países. Representantes de Washington consideraram a reação brasileira tensa e exagerada. Para eles, o Brasil precisa entender que a segurança dos EUA exige expansivo esforço global de inteligência, que Washington não pretendeu prejudicar o Brasil e que essas questões devem ser tratadas longe dos olhos do público.
Do ponto de vista do Brasil, os EUA agiram novamente como valentões. A invasiva espionagem de Washington sublinhou a disposição americana de obter vantagens indevidas de sua superioridade econômica e tecnológica. Para piorar a situação, os EUA trataram a indignação da chanceler alemã, Angela Merkel, com muito mais seriedade do que as queixas da presidente brasileira. A diferença no tratamento não passou despercebida em Brasília.
A escolha entre Saab e Boeing pode ser defendida de acordo com os critérios do próprio Brasil - os custos de compra e operação das aeronaves, a qualidade do seu desempenho e a obtenção de acesso a novas tecnologias. Os jatos da Saab, por exemplo, são bem mais baratos que o modelo da Boeing e o governo sueco impõe bem menos restrições à transferência de tecnologia. Mas o avião americano, há muito tido como o preferido pela Força Aérea Brasileira, é tecnicamente muito superior.
Não há razão para duvidar da escolha brasileira em bases técnicas ou econômicas. A questão central para as relações Brasil-EUA envolve o momento em que a decisão foi tomada. Após as grandes manifestações contra a corrupção e o desperdício de dinheiro pelo governo, e com a aproximação das eleições presidenciais, foi surpreendente o Brasil ter optado por concluir a negociação nesse momento. Relatos da imprensa dizem que até o alto escalão da Força Aérea foi notificado apenas poucos dias antes do anúncio da compra. Depois de sucessivos governos brasileiros terem adiado a decisão por anos, previa-se que ela ainda estivesse distante. Isso indica que os brasileiros quiseram, de fato, enviar uma mensagem a Washington sobre sua crescente desconfiança em relação ao governo americano e também deixar claro seu desapontamento com a resposta dos EUA às críticas contra seu programa de espionagem.
O governo americano não ficou feliz com a rejeição do Boeing F-18, vista por muitos como mais uma reação intempestiva à vigilância dos EUA e outro retrocesso na relação bilateral. O governo brasileiro com certeza sabia que essa seria a interpretação de suas ações pelos EUA e prosseguiu mesmo assim.
A disputa relacionada às operações de espionagem é o segundo maior confronto entre Brasil e EUA nos últimos três anos. O primeiro, envolvendo o Irã, teve custo maior e continua a provocar estrago, ainda que os laços do Brasil com o país do Oriente Médio tenham esfriado.
A revelação das operações de espionagem já frustrou duas tentativas de traçar um rumo mais cooperativo e menos contencioso para as relações Brasil-EUA. A visita de Estado da presidente Dilma teria sido a ocasião primordial para restaurar a boa vontade entre os dois países. Em boa medida, uma visita bem conduzida teria demonstrado a importância regional e global do Brasil na política externa americana, resultado que a maioria dos brasileiros claramente desejava. A decisão de comprar os caças da Boeing teria impacto ainda maior. Isso teria apagado a maioria das dúvidas sobre o desejo brasileiro de aprofundar os arranjos econômicos e de segurança com os EUA e aberto caminho para nova cooperação tecnológica e militar. Nada no horizonte se aproxima da oferta de oportunidades na visita de Estado ou da compra dos jatos da Boeing. Por mais que sejam agora revistas pela Casa Branca, as operações de espionagem prosseguem.
Não há caminho fácil para solucionar o desacordo atual entre Brasil e EUA. Formalmente, a visita de Dilma foi apenas "adiada", e não cancelada - assim ela pode ser remarcada, mas nenhum dos dois países se mostrou muito interessado em fazê-lo. E uma reunião de cúpula presidencial pode ser perda de tempo até que as tensões subjacentes sejam moderadas e ambos os governos tenham a sensação de que algo de concreto possa ser alcançado. A melhor maneira de começar pode ser os dois governos reconhecerem que o relacionamento entre eles enfrenta sério problemas e começarem a focar pesadamente em impedir qualquer deterioração adicional.
*Peter Hakim é presidente emérito do Diálogo Interamericano.

Em novo estudo, o Wikipedia faz história


Pesquisa publicada em outubro nos EUA e ainda sem data de chegar ao Brasil propõe um método matemático, com base na enciclopédia virtual, para apontar as personalidades mais importantes da história do mundo

Os mais importantes da história
Os mais importantes da história (Reprodução)
Por muito tempo, o papel dos indivíduos na história foi uma questão que engajou filósofos e dividiu escolas. Houve aqueles que atribuíram um papel central aos grandes líderes. "A história do mundo nada mais é que a biografia dos grandes homens", disse o escritor britânico Thomas Carlyle no século XIX. No mesmo século, o alemão Karl Marx, embora não chegasse ao ponto de dizer que os indivíduos são irrelevantes, preferiu ressaltar a força de processos econômicos que ninguém, sozinho, poderia deter ou alterar. Na era do big data, no entanto, discussões como essa podem vir a ser deixadas de lado.  É o que sugere o livro Who's Bigger? Where Historical Figures Really Rank (Cambridge University Press), lançado em outubro nos Estados Unidos e ainda sem previsão de chegar ao Brasil. Fruto do trabalho dos americanos Steven Skiena, professor de ciência da computação na universidade Stony Brook, em Nova York, e Charles Ward, engenheiro de software do Google, ele mostra o que o raciocínio guiado por números e estatísticas pode produzir quando aplicado a campos antes pouco afeitos a eles. A palavra ainda não ganhou grande circulação, mas esse novo tipo de abordagem já foi batizada em inglês de "culturomics" — o estudo do comportamento e da cultura por meio da análise de informações digitalizadas.
Como sugere o título do livro — em português, algo como Quem É o Maior? Como Ranquear Personagens Históricos — Skiena e Ward tomaram para si o desafio de comparar a importância histórica de Jesus à de Hitler ou Elvis Presley. Para isso, desenvolveram um algorítimo com diversas variáveis, mas que usa como base a enciclopédia virtual Wikipedia, em sua versão em inglês. A fórmula matemática contempla dados como o tamanho do verbete criado para determinada pessoa, o número de edições que esse verbete já teve, a quantidade de visitas recebidas pela página e o volume de links feitos para ela a partir de outros perfis do site. A análise considera ainda, com peso menor, dados de livros digitalizados e disponibilizados pelo Google Books. Tudo posto no computador, a conclusão foi que Jesus, Napoleão, Maomé, Shakespeare e Lincoln são, nesta ordem, as pessoas mais importantes da história.

As dez pessoas mais importantes da história


Jesus

Para uns, uma figura política e, para outros, o maior símbolo entre todas as religiões, Jesus Cristo foi a pessoa mais importante da história, segundo o estudo e o livro de Steven Skiena e Charles Ward. Seu perfil é o mais acessado, linkado e editado do Wikipedia.
A dupla apostou na Wikipedia como fonte para o levantamento pela vastidão de seu arquivo e por seu apelo popular, não apenas em termos de pesquisa, mas também de produção. “Um dos números que usamos no estudo foi o total de vezes em que um artigo do site foi editado”, explica o pesquisador. “Uma figura importante tem chance maior de ter o perfil editado por mais pessoas, e portanto mais vezes, porque mais gente conhece sua história e se importa com ela.”

Por usar a enciclopédia em inglês, a lista da dupla privilegia figuras anglo-americanas, mas, para Skiena, não seria justo comparar líderes americanos a pessoas historicamente relevantes em outros países. A lista, assim, embora traga personalidades universais como Jesus, Napoleão e Maomé, tende a ter uma representação maior de nomes da história americana, como os ex-presidentes dos Estados Unidos Abraham Lincoln e George Washington.
Isso acontece também porque, como explica Skiena, o principal objetivo do trabalho era medir a força do “meme” de figuras históricas. Além do uso que ganhou na internet, de reprodução com toque de humor de alguma imagem ou fato em destaque em um determinado momento, a palavra meme, tal como registrada no dicionário Oxford, representa um elemento de uma cultura ou de um sistema de comportamento que é transmitido de pessoa para pessoa, por cópia, imitação ou outros meios. “O meme é como a ideia dessa pessoa está sendo propagada pela história e pelo tempo. Não estávamos tentando medir a fama de uma determinada personalidade hoje, mas sim o nível de importância que ela mantém através dos tempos.”

Os artistas mais importantes da história


William Shakespeare

O dramaturgo inglês Shakespeare (1564-1616) foi considerado a quarta pessoa mais importante da história, perdendo em relevância apenas para Jesus, Napoleão e Maomé. Autor de clássicos do teatro e da literatura como Romeu e Julieta e Hamlet, ele viveu entre 1564 e 1616.


Entre os grandes nomes da cultura, Shakespeare é o mais bem colocado na lista dos personagens mais influentes da história. Ele aparece em quarto lugar, seguido por Mozart (24º lugar) e Beethoven (27º). Já dentro do universo popular, o nome mais relevante da história, segundo a lista, é Elvis Presley. Ele aparece em 69º lugar. “Pode ter sido um pouco surpreendente vê-lo ali, mas eu achei ótimo”, fala o autor, fã do cantor. “Quando você escrever a história geral da música, a música popular e moderna vai ser uma parte importante dela, e começará com Elvis”, comemora. Dos artistas ainda vivos, o primeiro a aparecer é Madonna (121º lugar), a quem o autor, por outro lado, considera “super-valorizada”.
Mortos x vivos – Um dos maiores desafios do projeto foi igualar a importância de pessoas mortas milênios atrás com a de grandes celebridades contemporâneas. “É muito difícil comparar as pessoas importantes de hoje com as pessoas importantes da história. Tentamos fazer correções, mas é difícil quando se trata de celebridades, que são notícia sempre e recebem uma quantidade enorme de atenção.”

Os artistas pop mais importantes da história


Elvis Presley

Elvis é o artista pop que alcançou a melhor posição na lista de pessoas mais importantes da história. O ranking é resultado da pesquisa publicada no livro Who's Bigger?: Where Historical Figures Really Rank ('Quem É o Maior? Como Ranquear Personagens Históricos', em tradução livre), de Steven Skiena e Charles Ward. Ele ficou na 69ª colocação.
Para corrigir essas distorções, os autores buscaram amparo em outras fontes, como dados coletados em livros dos últimos 200 anos. “Descobrimos que leva cerca de 160 anos para a reputação de uma figura histórica se estabilizar. A maioria das pessoas é mais citada em livros quando tem, em média, 60 anos de idade. A partir daí, as citações começam a diminuir.” Com esses números, métodos de compensação foram incluídos no cálculo matemático para diminuir a importância de artistas populares da atualidade, tentando prever o que restará de sua fama daqui a um século.

O método, apesar de inovador, ou exatamente por isso, levantou dúvidas. Para o historiador brasileiro Marco Antonio Villa, listar essas figuras em ordem de importância é um erro. "Nós temos outros instrumentos para tentar entender o papel desses personagens, e sem precisar ranqueá-los." Em artigo para o site da revista New Scientist, o crítico de arte Jonathon Keats também criticou o livro, afirmando que não faz sentido comparar a importância histórica de pessoas de áreas tão diversas quanto arte, ciência e política e colocá-las em uma mesma lista. Já o professor da faculdade de direito de Harvard Cass R. Sunstein, em um artigo para o site da revista New Republic, objetou que não se deve confundir os interesses dos usuários do Wikipedia em inglês com os princípios e valores das pessoas de todo o mundo – afinal, nem todas participam da enciclopédia. Mas reconheceu: a lista é, no mínimo, divertida.

A Escola dos Annales e o marxismo

 
A Escola dos Annales e o marxismo: uma simples oposição entre formas de ver o passado?

Quando fazemos uma menção rasa sobre a relação existente entre a Escola dos Annales e o marxismo, logo tendemos a construir um panorama cercado por duas perspectivas históricas de natureza antagônica. Talvez pela abordagem dos diferentes contextos, leituras, temas e intenções que marcaram a relação para com o passado dessas duas linhas de pensamento e escrita do passado, podemos sim semear uma infinita gama de contrastes. Contudo, seria suficiente pensar que a busca por um parâmetro divergente delimita a existência (ou a coexistência) desses “tipos de História”?
No interior do marxismo, pensando o materialismo histórico como sua principal ferramenta para se olhar o passado, a questão dos problemas e ações de ordem política e econômica são peças fundamentais para que as experiências históricas sejam interpretadas. Em certo modo, conforme aponta os críticos do marxismo, existe uma relação de subordinação entre o eixo político e econômico sob as demais nuances e fatos que se integram a uma determinada experiência histórica. Sendo assim, tudo que escapa dessa baliza fundamental, na verdade, se mostra de algum modo contaminado por ela.

Longe de ser uma simples espécie de equívoco que visita todas as obras de perspectiva marxista, o forte interesse pelo âmbito político-econômico prestigia não só uma postura coerente com relação ao aparato teórico marxista, bem como dialoga com várias noções de história que se mostraram vivas, principalmente no século XIX. Nesse período, em suma, notamos uma forte presença da razão iluminista pautando a busca por um conhecimento comprometido com a noção de progresso. Sob tal aspecto, o marxismo singulariza-se por apresentar uma espécie de progresso comprometido com a possibilidade de transformação profunda de seu tempo.

Para muitos, a noção de progresso e a força do eixo político-econômico atestaria a pesada acusação que o marxismo propunha uma compreensão do passado através de matizes bastante conservadoras e comprometidas com seu tempo. Afinal, mesmo não tendo as mesmas convicções e expectativas que os positivistas para com o passado, utilizavam-se de formas de compreensão do processo histórico tão ou mais rígidas. Em outras palavras, os marxistas aspiravam a uma revolução que era contraditoriamente negada ao modo de se investigar os fatos contidos no passado.

Com isso, ao encararmos o modo inovador com que os Annales pretendiam mergulhar em antigos e novos temas do passado, temos a impressão de que eles dão um passo à frente do marxismo ao não optarem pela “segurança interpretativa” dada pela hierarquia, onde o econômico e o político predominam os desdobramentos de todas as outras instâncias da vida humana. Prova disso seria a ousadia que os Annales tiveram ao se aventurar com o aparato de outras disciplinas e a construção de perspectivas que, há bem pouco tempo, estariam completamente marginalizadas daquilo que se entendia como sendo algo importante para o entendimento da história.

Mesmo sendo inegável a força e o fôlego que os Annales deram ao modo de se pensar a história, não podemos incorrer no engano de que eles alcançaram um patamar inimaginável para a perspectiva marxista. No ato de se ampliar as fronteiras históricas, percebemos que os Annales – ao longo de seus autores e gerações – se depararam com os dilemas construídos por tantas outras possibilidades de escrita da história. Por tal razão, vemos que o nascimento do método quantitativo opera como uma manifestação viva de que as mentalidades e os imaginários não fundaram um modo radicalmente apartado de alguns antigos atos comuns à história observada no século XIX.

Por outro lado, vemos que importantes obras marxistas (entre as quais incluímos os escritos do próprio Karl Marx!) se preocupam em investigar com maiores cuidados o modo de se pensar as relações ente o econômico, o político, o social e as outras manifestações oriundas da ação humana. Desse modo, vemos que os marxistas como Gramsci, Lukács e Castoriadis também encararam os seus dilemas ligados à interpretação do passado, observando criticamente as limitações das perspectivas geradas no interior do pensamento histórico marxista e oferecendo outras possibilidades.

De tal modo, vemos que a noção de progresso que se mostra falha ao tentarmos abarcar o desenrolar das experiências guardadas no passado, não deve também contaminar erroneamente as contribuições e problemas gerados pelos Annales e pelo marxismo. Ao contrário, como podemos notar em textos produzidos recentemente, a preocupação em conservar a autonomia dos objetos históricos, incentiva cada vez mais o diálogo entre as formas de conhecimento equivocadamente restringidas à tensão gerada entre a inovação e o conservadorismo.

Por Rainer Sousa
Graduado em História

A crise sul-americana

 

 Oficial colombiano fazendo denúncia contra a Venezuela e o Equador.
 
As FARC são uma guerrilha que durante um longo tempo desafiam a supremacia do poder governamental colombiano. Utilizando das armas, seqüestros e extorsão conseguiram criar um verdadeiro poder paralelo dentro da Colômbia. Ao longo de três décadas de guerra civil, as FARC controlaram cerca de 40% do território da Colômbia.

Muitos especialistas discutem qual a real motivação desse movimento que, em tese, reforça seu caráter popular alegando lutar pela criação de um governo marxista-leninista em território colombiano. No entanto, muitos apontam que as FARC deixaram de adotar um projeto revolucionário para agora instituírem uma força política que controla a porção sul da Colômbia por meio das armas e do terror.

Além disso, um ponto extremamente polêmico sobre as FARC se refere ao controle do tráfico de drogas de uma região considerada uma das maiores produtoras de droga do mundo. Vários depoimentos e denúncias apontam que as FARC sustentam-se pela comercialização de drogas que se espalham por diversos países da América e Europa. Em resposta, alguns órgãos de representação internacional e chefes de Estado defendem a luta internacional contra o poder das FARC.

Nos últimos anos, a ação dessa guerrilha colombiana ganhou destaque com as diversas negociações pela libertação de reféns e os esforços do governo colombiano em derrotar o crescente poder dessa guerrilha em seu país. Em março de 2008, um incidente envolvendo a luta contra as FARC motivou uma delicada crise diplomática envolvendo a própria Colômbia, o Equador e a Venezuela.

Durante um conflito entre tropas colombianas e as FARC, na fronteira da Colômbia com o Equador, os militares colombianos bombardearam o território equatoriano com o objetivo de aniquilar um importante grupo de guerrilheiros que agiam naquela região. Agredido pela invasão colombiana, o presidente do Equador, Rafael Correa, retirou seu representante diplomático da Colômbia sob a alegação de que o país desrespeitara a soberania territorial equatoriana.

Opinando sobre o episódio envolvendo Colômbia e Equador, o presidente venezuelano Hugo Chávez – inimigo político do presidente colombiano Álvaro Uribe – fez uma declaração onde recriminava a ação dos militares colombianos no Equador. Em seu discurso, chegou a afirmar que caso o governo colombiano realizasse esse tipo de operação na Venezuela, isso seria motivo suficiente para se declarar uma guerra contra a Colômbia.

Em resposta, representantes do governo colombiano declararam que tinham informações que ligavam as FARC ao governo equatoriano e venezuelano. Em um desses documentos autoridades colombianas afirmaram a existência de acordos de boa convivência entre as FARC e as autoridades equatorianas. Na mesma declaração, os colombianos disseram ter encontrado um documento referente a uma ajuda financeira de 300 milhões de dólares feita por Hugo Chávez aos líderes das FARC.

Os Estados Unidos, rival declarado das FARC e de Hugo Chávez, decidiram apoiar a ação militar na Colômbia dizendo esta ser uma intervenção legitima. As autoridades colombianas já declararam que não possuem nenhum interesse em guerrear contra seus países vizinhos. No entanto, o impasse político e a crise nas relações entre os países latino-americanos geram uma incógnita sobre a manutenção da paz naquela região.
Por Rainer Sousa
Graduado em História

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Bem- vindo ao SONIC EDUCAÇÃO: Viagem aos Limites do Universo - Legendado Completo


Confira nosso 12º vídeo que novamente irá abordar os mistérios do Universo. Você vai entrar nessa viagem ou vai ficar ai sentado sem fazer nada para mudar sua visão de tudo que te cerca?
Confira:
Viagem aos Limites do Universo - Legendado Completo

Bem- vindo ao SONIC EDUCAÇÃO: O Universo - Além do Big Bang


Confira nosso 11º vídeo onde iremos abordar O UNIVERSO - Além do Big Bang.
Um vídeo que irá abordar a complexidade do sol, do tempo e do espaço, legendado em português, também nesse video a compreensão da natureza, os principios da astrologia e muito mais
Confira
O Universo - Além do Big Bang - Legendado - PT BR

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Bem- vindo ao SONIC EDUCAÇÃO: CURSO DE REDAÇÃO ON-LINE - TEMA: SAÚDE PÚBLICA - COMENTÁRIOS E DICAS



Confira nosso 10º vídeo que irá abordar um tema muito, mas muito importante que é Redação, aqui você vai encontrar comentarios e dicas (Por Profº alexandre)

Bem- vindo ao SONIC EDUCAÇÃO: Terremoto no Irã mata 250 e fere 2000 pessoas



Confira nosso 9º vídeo que irá abordar:

Terremoto no Irã mata 250 e fere 2000 pessoas


Bem- vindo ao SONIC EDUCAÇÃO: O Atirador que atacou o cinema nos EUA


Confira nosso 8º vídeo que irá abordar a tragedia que abalou os E.U.A. e o mundo conhecida como  "Massacre Aurora"

Bem- vindo ao SONIC EDUCAÇÃO: Aulão das Básicas para Concursos - Atualidades


Confira nosso 7º vídeo, com um aulão sobre básicas para concursos públicos, criado pela Equipe Alfa Concursos

Bem- vindo ao SONIC EDUCAÇÃO: Como estudar Atualidades para Concursos Públicos


Confira nosso 6º vídeo, abordando como se estudar atualidades para concursos públicos

Bem- vindo ao SONIC EDUCAÇÃO: Reflexão sobre educação e a vida


Confira nosso 5º vídeo, uma reflexão sobre a educação e a vida

Bem- vindo ao SONIC EDUCAÇÃO: Séries iniciais do ensino fundamental já bateram meta do Ideb estipuladas para 2013


Confira nosso 4º vídeo, sobre:

Séries iniciais do ensino fundamental já bateram 

meta do Ideb estipuladas para 2013



EM QUESTÃO - 20.08.12: O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) relativos a 2011 foi divulgado pelo Ministério da Educação. As metas para os anos iniciais do ensino fundamental foram atingidas por todas as unidades da federação - a média passou de 4,6 para 5 pontos. No ensino médio, o país igualou a marca proposta de 3,7.